segunda-feira, 25 de junho de 2018

Futebol

rascunho de uma crônica
Soaroir 25 de Junho de 2018

Imagem relacionada

N aguento mais...
Só tenho tv aberta...assunto ou é Vitoria morta ou futebol. além de igreja e como cozinhar... e propagandas idiotas. Para mudar de assunto ontem comentei c uma srta cx de um supermercado: "Será q Lula será solto?" Com cara de bronca vociferou: "Tomara q sim. Queria q ele voltasse a ser nosso presidente" Perguntei: "0 q ele fez por vc?" Resposta: "Ele roubou mas fez" Vc me assusta! Disse eu. Acrescentei: vc roubaria o seu caixa só pq vc está trabalhando nele? Diante do tom de animosidade da moça, encerrei o papo e saí. PS: a moça aparentava aprox 25 anos.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Se os animais pensassem com gente

Reedição Soaroir 8/1/2018

Se os animais pensassem como gente

Uma crônica diferente


Se a baléia pensasse como a mulher
ela pararia de nadar

Se os cachorros pensassem como homens
deixariam menos cocôs nas ruas

Se a abelha pensasse como brasileiro
arranjaria outro sistema de controle de vôo

Se as andorinhas pensassem como políticos
só haveria verão

Se o grilo pensasse como um rapper
sua consciência seria negra

Se a gaivota pensasse como um carioca
usaria capacete

Se o leão pensasse como o rei de Judá
Terminaria as guerras

Se os patos pensassem como os prefeitos
passariam a vida a nadar

Se os tatus pensassem como paulistas
buracos não iriam lhes faltar

Se a coruja pensasse como professor
desistiria de voar

Se os bichos pensassem como empresários
Pediriam à National Geographic royalties de subvenção.

Bruxa Onilda da Gália
Fev.18/2007
Bruxa Onilda da Gália
Enviado por Bruxa Onilda da Gália em 18/02/2007
Código do texto: T385499

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (cite o autor, o link para o site http://bruxa-onilda-da-galia.blogspot.com e a data de publicação original do texto). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Nova Independência ou Morte ...

Trânsito em Julgado
  © Soaroir 7 de Setembro de 2017

Imagem relacionada

Insano o mau uso dessa liberdade de expressão na Internet onde cada um, por irresponsabilidade ou narcisismo, bole com assuntos que não domina . E, que na maioria das vezes, com patente gana de incitar o ódio; difamar, desorientar, confundir e por fim, influenciar a opinião dos politicamente inocentes ou menos atentos.

Na minha ignorância política, típico dos tupiniquins, eu, vinda de outro século, reparo em tudo que ouço e leio sobre política, um gozo quase indecoroso das pessoas em regurgitar suas opiniões como verdades absolutas, sem se importar sobre quem conspurca. Tal leviandade me atemoriza.

Sobretudo se navego desta Terra afora, choro ao ouvir o Hino Nacional e enxergar que a nossa Bandeira flamula em outros continentes. Mas hoje... Hoje me sinto à deriva neste barco sem timoneiro e Bandeira a meio-mastro.

Neste processo de trânsitos em julgados, anseio, cobiço por outras “Terra à Vista”  ou “Independência ou Morte”

1º rascunho sem revisão – Copyright Soaroir Maria de Campos


                                       

domingo, 6 de dezembro de 2015

Perdoadas, não esquecidas

Peso das palavras em uma Pátria Educadora
Primeiro RASCUNHO
Soaroir
06/12/2015



Senhor, perdoe porque eles não sabem o que dizem. Só que uma hora a reserva que havia no saco de virtudes se esvazia e a gente ou se torna professor, se tiver dom, ou convive com o meio o estritamente necessário. Caso contrário, se vai assumindo culpas alheias, se encurvando, até a cabeça encontrar os joelhos.
Estritamente, por exemplo : “é estritamente proibido pisar à grama” . embora sinônimos, aos ouvidos pesa menos do que “é expressamente proibido”. 
O não parar e pensar no significado e peso das palavras antes de usá-las, na maioria das vezes por ignorar seu real significado, em outras propositalmente para atingir um objetivo, geralmente maledicente, um “escrevinhador” emporcalha a comunicação.  Mesmo em seu próprio idioma A reação do  menos esclarecido interlocutor/leitor surpreende o ‘escrivinhador’. Daí o ‘ofendido’ maquiavelicamente é transformado em vítima. Por exemplo o “expressamente proibido”, não serve  apenas pra botar medo, uma espécie de “você não sabe com quem irá mexer se desobedecer minha ordem”. É uma palavra forte, grande, difícil, que dá um agravante à monotonia da simples proibição. Uma maneira grosseira e não criativa de assustar pessoas e evitar que o jeitinho brasileiro transgrida outro um mero pedido de colaboração. O que seria bem polido quando lançado em um “convite” de confraternização rezando as seguintes REGRAS: É expressamente proibido sair fora do recinto;- falar palavrão – gritar - exceder na bebida e fumar. Seguir cronograma do cardápio. Claramente admite estarem sendo convidadas pessoas insubordinadas, grosseiras e obscenas e não conhecedora das Boas Maneiras ditadas por uma sociedade saudável.
Tirando o último resquício de benevolência do meu saco de virtudes, imploro... Para esta Pátria Educadora...São Paulo empresta-me tuas sandálias. Para que nossa vida e missão sejam uma luz no mundo globalizado tão necessitado de verdades, justiça e amor. São Paulo, empresta-me tuas sandálias.(sic)


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Canção do Tamoio

Gonçalves Dias
I

Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos!
O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.

III

O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!

V

E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra
Retumbe aos ouvidos
D'imigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d'ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.

VII

E a mão nessas tabas,
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.

IX

E cai como o tronco
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.

X

As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.

Mais in: http://joiasdepalavras.blogspot.com.br/2013/01/cancao-do-tamoio.html